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Amizades improváveis entre pets de espécies diferentes.

Gatos e cachorros, cachorros e calopsitas e até mesmo tucanos e iguanas dividindo o mesmo teto. O mundo animal sempre surpreende!

No começo, eles não se suportavam. Parecia complicado demais para Sol, a calopsita da família Setti, entender que a atenção seria dividida com seu novo irmãozinho, o yorkshire Giuseppee. Mas não demorou muito e eles se transformaram em bons companheiros. E como a “amizade” de Sol Giuseppee, existem outros exemplos de boa convivência entre animais de espécies diferentes: jabuti circulando com cachorros no mesmo quintal, gata que adotou cachorrinhos e iguana companheira de tucano.

Para o professor de Medicina Veterinária Paulo Parreira, coordenador da pós-graduação em Manejo Comportamental de Cães e Gatos da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o que irá realmente determinar um bom relacionamento interespécie é uma convergência de fatores positivos: donos cuidadosos, animais equilibrados e ambientes saudáveis. “Existem exceções, é claro, e pode haver uma aversão inicial se o animal se sentir rejeitado ou ameaçado”, pondera.

O professor salienta também que socialização entre filhotes tem mais chances de ser bem sucedida. Já quando um dos animais é adulto, é preferível que eles nem tenham muito contato, para não instigar o instinto de caça e evitar acidentes. “Além disso, o que pode afetar é se o bicho é castrado ou não. Animais castrados tendem a ser menos ativos e isto pode facilitar a integração.”

Parreira orienta ainda que, antes de qualquer decisão sobre trazer outro animal para o lar, a pessoa deve se questionar: “Posso ter mais de um animal de estimação? Estou ciente dos cuidados e gastos que um novo animal trará? Como será a relação entre eles?”

Se após refletir sobre isso, a conclusão for a de aumentar a família, o dono deve estar sempre atento ao comportamento dos animais, prezando pelo bem estar deles. Na casa da família Setti, por exemplo, quando Sol foi adquirida, em setembro de 2010, ela ficava solta todos os dias. Um ano depois, com a chegada de Giuseppee, os cuidados ficaram maiores e algumas vezes a calopsita precisa ficar na gaiola. “Há dias em que Giuseppee tenta pegá-la, mas ela foge bem”, conta a pedagoga Priscila Setti, 35 anos.

Irmãos

Na casa da contadora Lívia Souza, 24 anos, a história é curiosa. Dog, o cachorro veterano da família, recebeu o gato Frederico como um irmão mais velho. “Nos primeiros dias, o contato não foi muito positivo, mas depois Dog até lambia Frederico, igual a gata faz com seus filhotinhos”, diz Lívia. Ela percebe que o relacionamento entre seus pets é único, já que Dog não se dá bem com outros gatos.

 

Fonte: Gazeta do Povo .com.br

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